O palhaço da ponte pra cá

Foto: Jean Paz

Todo bairro é o centro.

Assim o artista plástico Espeto escreveu em uma de suas obras da arquitetura do Sesc Campo Limpo.
Por este mesmo caminho o bufão argentino Chacovachi conduziu o curso Manual e Guia Prático do Palhaço de Rua.
Afinal, no entorno da unidade a cena cultural ferve, e se existe uma linguagem artística que combina com a rua, essa linguagem é a palhaçaria.

A atividade durou dois dias e contou com a presença de artistas de diversas regiões de São Paulo, que desenvolvem trabalhos nas suas comunidades.
Entre um encontro e outro, aproveitamos para bater um papo com essas pessoas que lutam diariamente para tornar a arte mais acessível ao público.

Deco Morais das companhias BandO TrapoS e do Espaço Cultural Cita nos contou sobre sua trajetória como artista relacionando o ofício do palhaço, com o espaço público. Deco destacou a necessidade de experimentar e se reinventar, dá uma olhada:

Já Washington Gabriel, da Cia. Reprise e do Grupo Clariô falou sobre a necessidade de se adaptar ao espaço físico disponível, sem comprometer a qualidade do espetáculo:

Para finalizar, Sergio Carozzi da Trupe Lona preta e Brava Companhia conversou conosco sobre a importância da troca entre o artista e  o público e da necessidade de equilibrar o discurso político e o entretenimento.

Texto, entrevistas e captação

Jean Paz
Juci Fernandes.